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13 de mai. de 2010

Bastidores - História do Jornal Impresso no RN


Seguindo a pauta proposta, a produtora Luciana Lopes e a repórter Silvia Correia assumiram a responsabilidade de realizar a reportagem sobre a História do Jornal Impresso no Rio Grande do Norte.


A equipe pegou a estrada às 14 horas desta terça-feira (11) rumo ao prédio onde funcionou durante anos um dos primeiros jornais impressos do estado: “A República”, localizado no cruzamento da rua Juvino Barreto com a Avenida Câmara Cascudo; local também onde se preserva o Museu da Imprensa Eloy de Souza. O local foi escolhido para gravar algumas passagens da reportagem, assim como, filmar algumas partes interessantes, como o próprio museu já citado acima. Ele exibe no seu interior máquinas antigas e históricas do jornalismo impresso, como as de pré-impressão (fundição, composição manual e mecânica, fotomecânica), impressão (tipografia, litografia), acabamentos (encadernação) e etc.


Em seguida, a equipe partiu para a “Big Banca”, banca de revistas e jornais localizada no cruzamento entre a avenida Alexandrino de Alencar com a rua Jaguarari. O local foi escolhido para a gravação de mais uma passagem da reportagem.


De volta à UFRN, mais precisamente no Setor II, bloco H, foi a vez da equipe entrevistar o professor de Comunicação Social Emanoel Barreto, que já trabalhou em jornais como Diário de Natal, Tribuna do Norte, A República e O Jornal de Hoje. A entrevista aconteceu por volta das 18 horas e finalizou a matéria.

Repórter: Romeu Dantas

11 de mai. de 2010

Trilhando a solidariedade


Em entrevista ao Tela Livre, o professor de Comunicação Social, Itamar Nobre, contou sobre o projeto da UFRN Trilhas Portiguares, que leva todos os anos alunos de diversos cursos a interiores carentes, para ajudarem com conhecimento e necessidades básicas humanas.


TL: O que é o Programa Trilhas Potiguares?


O programa Trilhas Potiguares é uma conjunção de diversos projetos de todas as áreas. Trata-se de um programa multidisciplinar que trabalha na perspectiva de fazer intervenções nas comunidades das cidades do interior do estado do Rio Grande do Norte. A universidade vai pra lá com a prática de todos os cursos e a partir de uma demanda que é oferecida pelo município - quando falo demanda falo da necessidade que eles têm – então os alunos levam projetos para lá, para atender a essas necessidades. São entre 15 e 20 alunos, são 38 municípios esse ano, com pessoas para oficinas de fotografia de comunicação, de rádio, de TV, de vídeo. Tem o pessoal de nutrição, de medicina, de todas as áreas. Cada um leva um projeto e vai coordenado por um professor, especialmente desse projeto. O de Comunicação Social se chama COMTRILHAS, que é o Comunicação Social nas Trilhas Potiguares. Este ano, se inscreveram setenta alunos de comunicação e vão cerca de cinquenta, a partir do terceiro período de qualquer habilitação, desenvolver atividades diversas, como cobertura fotográfica, matérias e tudo mais. O Trilhas Potiguares surgiu em 1996 e foi uma idéia que se originou de um projeto que existia na Geografia chamado "Pé na Trilha", que os alunos saíam pelos municípios caminhando mesmo, só que o Programa Trilhas Potiguares não e caminhando, o pessoal vai de ônibus porque tudo é muito longe. De 1996 para cá, o programa aconteceu todos os anos.


TL: Qual o maior aprendizado que um aluno da UFRN leva do Trilhas Potiguares e especificamente o aluno do curso de Comunicação Social?


A vivência com o público externo e a prática das atividades apreendidas teoricamente na sala de aula aqui no curso, vai fazer com que essa experiência se torne um laboratório. Lá ele vai exercitar sob pressão a vivência com a produção que teria no mercado de trabalho, não na mesma escala, mas algo parecido. Então lá eles vão fazer tudo que poderiam fazer no mercado de trabalho. Além disso, eles vão interagir com outros projetos, com todos os alunos de todos os cursos, vão auxiliar, vão colaborar. Então, é uma semana com muito trabalho nos três turnos e o ganho disso é a prática, a experiência, a sociabilidade, a maturidade que chega sob um momento de pressão.


TL: Como funciona a seleção das cidades que o Programa irá visitar?


Na verdade não há seleção, há uma procura. Abre-se a inscrição, avisa-se a todas as prefeituras e eles procuram a universidade, fazem a inscrição e dizem o que precisam. Na medida em que eles procuram, a universidade atende.


TL: O Trilhas Potiguares existe desde 1996. De lá pra cá, o que mudou no projeto?


Eu acho que a realização melhorou. Como foram muitas fases experimentais, não havia uma grande preocupação com as seleções dos alunos, com as seleções dos projetos, com a preparação dos alunos. A tecnologia não era favorável. Hoje já se tem internet em todos os municípios, onde se pode trabalhar mais tranquilamente, pois se tem mais informação. A iniciação de mais professores, que estão mais interessados, mais alunos interessados. Então, qualitativamente, melhorou-se mais porque os alunos hoje estão mais preparados para o programa porque eles já vão sabendo de tudo que acontece naquele município. Enfim, eu acho que melhorou demais

Repórteres: Leonardo Erys e Romeu Dantas

Sinta o cinema




O programa Videotape conta com dois quadros especiais, um deles é o Cinestesia, que tem como tema principal o mundo o cinema. As equipes de produção e reportagem foram até o Teatro Alberto Maranhão no último sábado (8) para a sua gravação, que tem como repórter Henrique Arruda.
No primeiro momento, o quadro contará a história do cinema passeando pelos grandes momentos da sétima arte, desde a sua criação, com os irmãos Lumière, até o cinema 3D, com o filme Avatar (2010). No segundo momento, os grandes diretores como Chales Chaplin, Alfred Hitchcok, Stanley Kubrick e Tim Burton, serão lembrados.


“Foi legal fazer o quadro porque era uma coisa que eu tava querendo muito. Pretendia logo sair do estúdio para fazer matérias. Para mim, foi melhor ainda, já que fala sobre cinema, meu assunto favorito, meu hobby” conta Henrique.


A produção deu uma dinamizada no quadro refazendo momentos clássicos do cinema, como a famosa cena do chuveiro no filme Psicose (1960) e uma alusão ao filme A fantástica fábrica de chocolate (1971). Além disso, foram feitas enquetes com as pessoas no local sobre a importância do diretor em uma produção cinematográfica.


Os trabalhos foram finalizados pela manhã da segunda-feira, dia 10. Edição, pode começar a captura!


Repórter: Carolina Cunha
Fotos: André Araújo

7 de mai. de 2010

Prepare-se!


Para quem gosta de história, comunicação e muita dinâmica, fique ligado porque vem aí o Videotape! O novo programa do Tela Livre 2010, que promete muita informação e entretenimento sob uma mistura instigante de presente e passado!


O programa terá suas gravações iniciadas nessa segunda feira (dia 10 de maio) e será focado na abordagem do I Encontro de História da Mídia do Nordeste, que acontecerá nos dias 13 e 14 desse mês. Além da cobertura do evento, vão existir pautas e gravações externas, trazendo temas como “história da publicidade brasileira”, “história do jornal impresso” e “história do curso de comunicação social da UFRN”. Muitas histórias que despertarão sua curiosidade e te convidarão para uma viagem no tempo da mídia e da comunicação!


As apresentadoras do programa serão Kassandra Lopes e Jeniffer Rocha, que prometem incorporar o aspecto “retrô” do Videotape, inclusive através do figurino. “Espero que o programa corresponda às expectativas; os temas são bastante interessantes e nós estamos super empenhadas para realizá-lo”, diz Kassandra. Dois novos quadros serão apresentados no programa: um sobre cinema, sob a perspectiva de Henrique Arruda, com o suposto nome de “Cinebox”; e outro que abordará as curiosidades na mídia, apresentado por Andressa Vieira. Ambos trarão visões bastante interessantes e inovadoras sobre os temas de grande repercussão social.


Em entrevista realizada pela assessoria do programa, o coordenador da equipe de produção, André Araújo, conta que a proposta do programa está sendo bem aceita: “Queremos que continue sendo um programa jovem, ainda que realizado com o perfil de retrospectiva”. Ele diz também que o foco de abordagem não está somente na cobertura do Congresso de História da Mídia, mas principalmente na tentativa de fazer um histórico da comunicação e da mídia.


Fique de olho e não perca a exibição do programa nessa sexta feira, dia 14 de maio!


Repórter: Luíza Freire

Difícil escolha


O projeto Tela Livre volta à cena depois de ter finalizado as gravações do Câmera 3. Dando início aos preparativos para o novo programa, foram escolhidas na manhã de terça-feira (4), as novas apresentadoras: Jeniffer Rocha e Kassandra Lopes.


A seleção, que era aberta a todos da equipe de reportagem, contou com apenas sete dos doze repórteres, os quais compareceram ao estúdio de TV do LABCOM (Laboratório de Comunicação da UFRN). Segundo Hanna Nery, uma das produtoras do programa, isso aconteceu por muitos pensarem antecipadamente que não conseguiriam a vaga de apresentador: “A Produção avisa que isto não tem nexo e que se abrimos vagas, a oportunidade era igual para todos”, disse. Apesar da ausência de boa parte da equipe, os testes ocorreram tranquilamente.


Já passava das 10:30 da manhã quando, um por um e em ordem alfabética, os candidatos foram chamados ao estúdio de gravação. Eles tiveram que realizar a apresentação de duas matérias: uma que puderam preparar em casa e outra que receberam na hora, dispondo de apenas cinco minutos para decorá-la. Esta segunda deveria ter feito uso do TP, o que não aconteceu.
Mais de uma hora de avaliações depois, os seis membros da equipe de produção responsáveis pelos testes se reuniram para discutir o desempenho de cada participante.



A escolha



Foi preciso cerca de 15 minutos para os produtores decidirem os nomes das novas apresentadoras. Durante esse tempo, os candidatos esperaram ansiosamente o resultado. “Foi difícil escolher, pois muitos melhoraram o nível de suas apresentações”, afirmou Hanna Nery. Realmente ela e Arthur Rocha, novo diretor do projeto, não economizaram elogios na hora de falar com os participantes.


Entre os que impressionaram a equipe julgadora estava Philipe Barros, único homem presente, que não conseguiu a vaga, mas mostrou uma aparente melhora em relação aos testes anteriores.
Andressa Vieira foi outra que apresentou uma boa desenvoltura, tanto que irá ser responsável por um dos quadros do programa, assim como Henrique Arruda. Ela falará sobre curiosidades da história do jornalismo e ele sobre cinema. A responsabilidade de apresentar recaiu então sobre Jeniffer e Kassandra. As duas se abraçaram assim que souberam da boa notícia e receberam os parabéns de todos que estavam ali. A indicação não foi por acaso e levou em conta a forte amizade entre elas, o que pode vim a ser um ponto positivo durante as filmagens.


Repórter: Ildrimarck Rauel